Conheça agora 6 franquias que trabalham com economia colaborativa

O conceito de economia colaborativa reúne produtos e serviços que podem ser explorados ou compartilhados temporariamente. Ele está baseado em três pilares: social, econômico e tecnológico.

franquias que trabalham com economia colaborativa

O primeiro busca a abordagem altruísta e o desejo de viver em comunidade, sempre em harmonia com o meio ambiente. O segundo procura dividir e monetizar estoques em excesso ou ociosos. O último, por sua vez, incorpora o ambiente digital (como os aplicativos de smartphones) para possibilitar esses processos.

Neste post você verá seis exemplos de que a economia colaborativa pode estar presente nos mais diversos setores e constatar que seus benefícios estão acessíveis para toda a sociedade. Confira!

1. Casa do Construtor

Referência no mercado da construção civil, a Casa do Construtor realiza o aluguel de equipamentos para obras. Ou seja, em vez de comprar, o cliente loca por determinado período as ferramentas que necessita para executar o serviço.

O conceito de consumo compartilhado nesse ramo é muito benéfico ao consumidor. Como a maioria dos equipamentos tem um alto valor para ser adquirido, o aluguel permite o acesso a tecnologias de ponta a partir de um investimento menor. Não há preocupação com a manutenção ou com a obsolescência da ferramenta.

Em 2012, a Casa do Construtor foi eleita a “Melhor Franquia do Brasil” pela Associação Brasileira de Franchising. Atualmente, são mais de 200 lojas espalhadas pelo Brasil, o que faz da franqueadora a maior rede de aluguel de equipamentos de pequeno porte da América Latina.

2. Endossa

A Endossa é um modelo de loja colaborativa que reúne diversas marcas em um mesmo local. Funciona assim: a área da loja é decorada por 201 caixas dos mais variados tamanhos. Cada um desses espaços abriga uma linha de produtos diferente: bijuterias, óculos, objetos de casa e decoração, bolsas e carteiras.

Não existe seleção prévia do tipo de mercadoria que será comercializada na caixa. Os interessados foram uma fila de espera e assumem os espaços quando eles ficam vagos.

Para manter-se na loja é preciso pagar uma taxa mensal e bater metas de vendas. Ou seja, a curadoria é feita pelos consumidores, que precisam endossar (vem daí o nome o nome da loja) a permanência da marca. A Endossa já conta com cinco lojas em São Paulo e três em Brasília.

3. Airbnb

O Airbnb é uma plataforma que media o aluguel de casas, apartamentos e quartos entre o dono do imóvel e o interessado. A ferramenta é ideal para quem deseja viajar e fugir dos altos preços cobrados por hotéis e pousadas. A gama de opções é muito variada e é possível encontrar locais para se hospedar nas mais diversas cidades do mundo.

A busca no Airbnb é totalmente customizável. Você pode delimitar o imóvel por região da cidade, preço tamanho e, ainda, definir quais facilidades deseja usufruir — internet, TV a cabo, piscina, entre várias outras opções.

A plataforma também permite a avaliação do cômodo e dos proprietários. Assim, você pode ler resenhas de outras pessoas que já passaram pelo imóvel no qual você está interessado e decidir se aquela é mesmo uma boa opção ou não.

4. Blimo

Definida pelas proprietárias como um “Netflix só que de roupas”, a Blimo pode ser resumida como um guarda-roupa compartilhado. A empresa cobra um preço fixo para que suas clientes tenham acesso a um amplo acervo de roupas — no entanto, o negócio ainda está restrito à cidade de São Paulo.

Há planos diferentes conforme o número de peças que podem ser utilizadas simultaneamente. No mais barato, a consumidora paga R$ 130 mensais e pode levar para casa dois itens por vez.

Já no mais caro, que custa R$ 190, é permitido levar quatro unidades. O prazo máximo limite para retorno das peças é de 10 dias. Assim que fizer a devolução, a cliente já pode escolher novas unidades para usar.

5. Farm Square

Hábitos alimentares saudáveis estão cada vez mais na moda hoje em dia. Pensando nisso, o Farm Square reúne pessoas que desejam compartilhar ou trocar comidas orgânicas — ou seja, sem agrotóxicos e que não passaram por processos de industrialização. A ideia foi desenvolvida pelo ator e apresentador Rodrigo Hilbert.

O modelo é simples: ao se cadastrar na plataforma, o usuário tem acesso a ofertas de alimentos produzidos por agricultores de sua região. Por meio da ferramenta é possível entrar em contato com o produtor e negociar.

Por exemplo: imagine que o agricultor produziu mais batatas do que precisava. Ele poderá anunciar o excedente no aplicativo e manifestar o desejo de doá-las ou trocá-las por outra mercadoria. É importante ressaltar que não há o interesse comercial na transação — ou seja, a plataforma não media transações envolvendo dinheiro.

6. Zipcar

Ainda inexistente no Brasil, o Zipcar propõe o consumo compartilhado de carros — o chamado car sharing. Diferentemente do sistema de aluguel de veículos, esse formato permite que o cliente utilize o automóvel apenas algumas horas do dia, a preços muito mais baratos.

Para ter acesso ao Zipcar, o cliente deve fazer um cadastro no site da empresa e aguardar o envio de um cartão (o Zipcard), que demora até cinco dias úteis para chegar — ele serve para desbloquear os carros. Existem planos diferentes para o consumidor aderir, desde opções para universitários até para empresas.

Atualmente, o serviço está disponível nos Estados Unidos, no Canadá, na França, no Reino Unido, na Áustria e na Espanha. Estima-se que o uso do Zipcar diminuiu em até 10% o número de veículos rodando nessas localidades — a natureza agradece.

Com o desenvolvimento da tecnologia, a economia colaborativa pode se desenvolver e ser aplicada nas mais diferentes áreas da sociedade. Os exemplos, como você pode observar neste post, estão aí para provar: da construção civil à produção de alimentos orgânicos, todos podem se beneficiar desse conceito.

O resultado não poderia ser melhor: a população ganha um serviço de qualidade, mais barato e atento ao meio ambiente. Ficou interessado e quer conhecer mais sobre economia colaborativa?

Então não deixe de conferir o post economia colaborativa: saiba como ela pode ajudar nos lucros do seu negócio. Boa leitura!